5 de junho de 2009

FÊNIX
(Flávio Venturini e Jorge Vercilo)

Eu, prisioneiro meu

Descobri no breu

Uma constelação

Céus, conheci os céus, pelos olhos seus, véu de contemplação

Deus, condenado eu fui, a forjar o amor, no aço do rancor


E a transpor as leis mesquinhas dos mortais

Vou, entre a redenção, e o esplendor, de por você viver

Sim, quis sair de mim, esquecer quem sou, e respirar por ti, e assim transpor as leis, mesquinhas dos mortais

Agoniza virgem Fênix (O amor) entre cinzas, arco-íris e esplendor

Por viver às juras de satisfazer ao ego mortal

Coisa pequenina, centelha divina, renasceu das cinzas

Onde foi ruína, pássaro ferido, hoje é paraíso

Luz da minha vida, pedra de alquimia

Tudo o que eu queria

Renascer das cinzas

Quando o frio vem nos aquecer o coração

Quando a noite faz nascer a luz da escuridão,


E a dor revela a mais esplêndida emoção

O amor ....


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